Santiago: Parque Bicentenário

Santiago é cheia de parques, em quase toda esquina. E foi ai que eu me apaixonei de vez pela cidade. Adoro poder ir a um parque. Infelizmente, minha cidade tem poucos, por isso eu aproveitei o quanto pude nessa viagem.

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O meu preferido, sem dúvida, foi o Parque Bicentenário. Que lugar incrível!! O parque é uma das maiores áreas verdes de Santiago e fica no bairro de Vitacura, região nobre de Santiago. São dois lagos artificiais, passeio para bicicleta, espaço para crianças brincarem e várias cadeiras e guardas-sol para você relaxar.

Image Nós andamos o parque de uma ponta a outra. Por maior que ele seja, é um passeio que vale a pena.  Primeiro almoçamos no Mestizo (já falei sobre ele aqui), que tem essa vista incrível. Depois fomos andando por dentro do parque até a outra ponta.

Existem três entradas: Perez Zujovic (sul), Alonso de Córdova (meio) e Isabel Montt (norte). Não há metro perto dos acessos do parque. As duas estações mais próximas, Tobalaba e El Golf, ficam a uns 20 minutos das entradas.

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Se você gosta de parques tanto quanto eu, esse é o parque perfeito para sentar e descansar um pouquinho. Se não, eu recomendo mesmo assim. É um ponto incrível da cidade com uma vista mais incrível ainda.

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Santiago: Compras

Fazer uma viagem para o exterior é sinônimo de fazer compras. Acho que a frase é verdadeira para a maioria dos brasileiros. Tudo é tão caro por aqui que qualquer descontinho já nos chama a atenção.

Os preços não são tão diferentes em Santiago. A diferença é pouca (para menos) e não é gritante igual nos Estados Unidos., mas vale a pena levar aquilo que você já iria comprar aqui no Brasil. Compramos tênis por 100 reais, por exemplo.

Vou começar dizendo onde não valeu a pena ir:

Outlets Buena Ventura e Easton Center

Os dois outlets são bem longe do centro de Santiago. Custou por volta de 100 reais a ida e a volta. Os preços da loja (pelo menos na época que eu fui) não eram diferentes das lojas dos shoppings. Além disso, achar um taxi para voltar para o centro não é uma tarefa fácil.

Agora os meus preferidos (e os únicos grandes, se eu não me engano):

1. Mall Sports – Avenida Las Condes, 13.451, Las Condes

Um shopping só com artigos esportivos. Como eu disse anteriormente, a diferença de preço não é grande, mas neste shopping você acha algumas coisas mais baratas. Eu jogo tênis e estava procurando uma raqueteira há muito tempo. Todas custam em torno de 300 reais, por isso estava esperando uma oportunidade para comprar mais barato. Achei uma pela metade do preço. Compramos roupas esportivas bem mais em conta. Vale a pena dar uma conferida se você gosta de praticar esportes e, principalmente, se você for no frio e precisar comprar casacos e artigos para esportes de inverno. Sem contar que o shopping tem parede de escalada, piscina para “praticar” surfe e várias outras atrações para as crianças.

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2. Parque Arauco – Av. Presidente Kennedy, 5413, Las Condes

O único que tem a loja norte-americana Forever 21 e, por isso, o único lugar que comprei roupa (e barata). Tirando isso, o shopping tem todo o tipo de loja que você precisar, uma grande praça de alimentação (que sempre estava cheia), cafés e inúmeras outras opções de restaurantes fora da praça (estes ficam ao ar livre). O lugar é bem família e do outro lado fica o Parque Arauco de verdade.

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Existem vários outros lugares para fazer compras, entre eles o Costanera Center e a avenida Alonso de Córdova, o equivalente a uma quinta avenida de Nova York. Para quem está a fim de gastar um pouquinho, os dois lugares são bem legais também.

Chile: Valle (não) Nevado

No domingo, escolhemos ir a um passeio chamado “Andes – Panorâmico”, da Turistik também. O tour custa 26 mil pesos chilenos e ocupa só metade do dia (fomos no horário das 9h e voltamos às 12h).

Apesar de não termos ido ao Valle Nevado no inverno, a experiência continuou sendo incrível. Fiquei com mais vontade de conhecer o país no inverno, para poder visitar o Valle Nevado na sua alta temporada. Se a estação de ski é bonita no verão, imagine no inverno.

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De Santiago até lá são 40 km e demora um pouco mais de uma hora para chegar lá. A culpa dessa demora é das curvas que encontramos no caminho. São 60 curvas ao todo e todas elas são numeradas por plaquinhas que você encontra na estrada. As curvas são tão fechadas que chega a dar uma aflição ao ver o ônibus fazendo as manobras.

Os Andes ficam a 3000 metros do nível do mar. A guia nos deu instruções caso não nos sentíssemos muito bem com a mudança de altitude, mas foi bem tranquilo para nós. Mesmo sendo verão, lá em cima faz um friozinho e venta bastante. Se quiser, leve um casaquinho, mas não é necessário.

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Este tour do Andes também oferece outra opção de estação de ski: a Farellones. Eu não tenho certeza, mas acho que este tour só acontece no inverno. 

Achei interessante conhecer os Andes, mesmo que no verão. Fomos à lojinha, conhecemos o hotel e alguns apartamentos privados (pelo lado de fora), e demos uma voltinha por ali mesmo para tirar umas fotos. Se você quiser, pode ir a um passeio de teleférico, que dura as duas horas que você pode ficar por lá. Nós não fizemos com medo de não dar tempo de voltar para o ônibus na hora combinada (e eles te deixam lá se você não voltar). Fica mais um passeio para quando formos no inverno.

Chile: Valparaiso e Viña del Mar

No final de semana, decidimos fazer passeios fora de Santiago. No sábado, escolhemos ir para Valparaiso e Viña del Mar com a Turistik, mesma empresa do Hop On – Hop Off. É um passeio guiado em três línguas (português, inglês e espanhol). Quando for comprar os tickets, fale sobre a língua de sua preferência.

É super interessante, bem de turista mesmo. O ponto positivo é conhecer um pouco sobre a cultura dessas cidades. O nosso guia, Daniel, falava mais que tudo e nos contou tanta coisa que foi bem fascinante. Não sei se todos os guias seguem um mesmo roteiro ou se demos sorte, mas o cara sabia muito e foi bem interessante. Já o ponto negativo é que não temos muito a chance de sair do ônibus e explorar de verdade.

Valparaíso

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Valparaiso foi fundada em setembro de 1544. A partir da independência do Chile, a cidade foi declarada porto franco, sendo parada obrigatória. Valparaíso viveu uma época de grande desenvolvimento e crescimento. Quando esta “época de ouro” passou, os mais ricos foram se mudando para a vizinha Viña del Mar e a cidade nunca mais viveu tempos iguais.

Sobre a população, Daniel explicou que os moradores de Valparaiso são os mais patriotas de todo Chile. Eles gostam da história e cultura deles. Sobre sua construção, a cidade foi praticamente feita em cima de um morro. Isso porque os chilenos gostam de morar nos lugares mais altos. E não há muita diferença de bairro rico e pobre. Cada um foi construindo a casa do lado do outro, não importanto a condição social.

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Mais perto do mar estão os prédios do governo e comerciais. Sem contar o porto, muito importante para a economia da cidade e do país inteiro.

Viña del Mar

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Viña fica a cinco minutos de Valparaiso e faz parte da cornubação Gran Valparaiso, com mais outras 4 comunas. Eu não sei quando foi fundada, mas sei que nasceu da fusão de duas fazendas. É conhecida como la Cíudad Jardín, por ser florida em todos os seus cantinhos.

A cidade é considerada o principal ponto turístico do Chile, contando com uma forte rede hoteleira, grastronômica e vários festivais importantes. As praias também são bem importantes e bem frequentadas, mesmo sendo beeeeem geladas, por causa das águas do pacífico.

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Não consigo lembrar o nome dessa praia de jeito nenhum e ela não parece muito atrativa, né? Mas existem outras mais famosas e bonitas, como Algarrobo, onde está a maior piscina do mundo, e Isla Negra, onde fica uma das casas de Pablo Neruda. Como eu disse antes, não tinhamos muita liberdade, então não fomos em todos os lugares que queriamos ir. Com certeza, Viña é um lugar que eu quero voltar!

Santiago: Hop On – Hop Off

Primeiro dia em uma cidade desconhecida é dia de ônibus vermelho de dois andares, o famoso Hop On – Hop Off. Típica (e clichê) escolha de turista, mas vale a pena. Você desce onde quer ou só passa o olho naquilo que não te interessar tanto assim. Em Santiago, a empresa que oferece este tipo de passeio se chama Turistik. O passeio custa 20,000 pesos chilenos e acontece entre 9h30 e 18h, passando a cada 30 minutos nas paradas.

 As paradas são inúmeras: Plaza de Armas, Mercado Central, Plaza de La Constitución, Santa Lucía, Providencia, El Golf /Isidora Goyenechea, El Golf /Sanhattan, Parque Arauco, Patio Bellavista, Parque Metropolitano e Museo Nacional de Bellas Artes. Sem contar que o passeio tem uma parada no Hotel Sheraton (bom para quem se hospeda por lá).

Eu vou falar sobre os pontos turísticos e os bairros por onde o ônibus passa. Deixarei os parques e o shopping para posts futuros e mais específicos.

Plaza de Armas

Na praça estão a Catedral Metropolitana, a Prefeitura de Santiago, o Correio Central, a Casa Colorada e o Museu de Santiago, o Ex Congresso Nacional, a Real Casa de Aduanas e Museu Precolombino, os Tribunais de Justiça, o Palácio da Real Audiência e Museu Histórico Nacional. Um lugar bem interessante para conhecer um pouco mais da história do país.

Nós fomos no final de 2013 e a Plaza estava em reforma, o que dificultou um pouco nosso passeio. Mas vale a pena parar e explorar um pouco o lugar.

Mercado Central

O Mercado Central é um prédio lindo, tanto por dentro quanto por fora, e um importante ponto turístico da cidade. Eu não sou super fã de lugares em que o cheiro é forte (sou fresca mesmo), então eu não me aventurei muito por lá. O interessante é que no local em que estão os restaurantes, você nem nota o cheiro do resto do mercado.Os principais restaurantes são o El Galeón, Donde Augusto,  La Joya del Pacífico, El Rey del Mariscal, El Rey del Pescado e El Rincón Marino. Por lá você pode comer a famosa Centolla (que tem em quase todos os restaurantes de Santiago).

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Já ouvi falar que comer no Mercado pode sair bem mais caro que em outros lugares, porque virou um lugar visitado principalmente por turistas. Nós não chegamos a fazer uma refeição por lá, mas acho que vale prestar atenção nos preços antes de sentar em algum restaurante.

Plaza de La Constitución

Nesta praça estão localizados alguns dos Ministérios do Chile, o Palacio de La Moneda (palácio do governo), o jornal La Nación e muitos outros prédios importantes e interessantes. Como a maioria das praças em Santiago, é cheia de áreas verdes e flores.

No Palacio de La Moneda tem uma visita guiada que precisa ser agendada e só acontece de segunda à sexta. Outra atração do palácio do governo é a troca de guardas que acontece a cada dois dias, às 10h. No site, você confere as datas em que as trocas acontecem.

Perto da Plaza de La Constituicón estão várias igrejas e Museo de Arte Pré-Colombiana.

Santa Lucía

O Cerro Santa Lucía fica no centro de Santiago. Eu não lembro exatamente onde o ônibus para nesse ponto, mas ele passa pela rua O’Higgins (onde está a Universidad Católica do Chile e seus prédios encantadores).

Apesar de ter que percorrer um caminho grande, com várias escadas, até chegar lá em cima, vale a pena: a vista é sensacional! No meio do caminho você encontra várias fontes, uma capela (fechada), uma antiga fortaleza, estátuas e monumentos. Tem um clima de viagem no tempo. A entrada é gratuita e controlada. As únicas coisas que terá que fazer é assinar o caderno na entrada e aproveitar o passeio.

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Lá pertinho está a Rua José Victorino Lastarria, um lugar super charmosinho de visitar. Vários restaurantes (inclusive um dos meus preferidos, o Gatopardo) e algumas lojinhas locais. Se ainda tiver disposição, aconselho dar uma esticadinha por lá.

Providencia

O ônibus para em uma rua pouco acima da Avenida Providencia, cheia de lojas, restaurantes e café. Este foi o bairro em que eu me hospedei (vou falar disso mais para frente). Providencia é um bairro basicamente comercial, perto de tudo, cheio de estações de metro e (eu achei) bem tranquilo.

O bairro tem vários parques também. Inclusive, é lá que está o Parque de las Esculturas, onde se encontram 30 esculturas de vários artistas chilenos, como Marta Colvin, Claudio Girola, Federico Assle e Juan Egenau. O ponto do ônibus não é perto, mas no caminho dá para conhecer um pouco mais do bairro e passar por vários outros parques.

El Golf/Isidora Goyenechea

A Avenida Isidora Goyenechea é uma das mais chiques de Santiago. Super arrumada e cheia de restaurantes legais. Não paramos em nenhum restaurante, mas boas opções não parecem faltar. Qualquer coisa tem um Applebee’s no meio do caminho haha

O que eu mais gostei da Isidora Goyenechea, não foram os restaurantes ou toda badalação (todos os bares e restaurantes estavam bem cheios) e sim a Plaza Perú. Fica perto do Hotel W, mais ou menos na metade da Avenida. É uma praça super gostosa para dar um descansada, cheio de crianças e cachorros correndo para todos os lados (sem atrapalhar ninguém, eu juro). Os prédios que ficam em volta só te fazem querer morar ainda mais na região. Vale conhecer!

El Golf/Sanhattan

Sanhattan, uma mistura de Santiago com Manhattan, é o centro financeiro da cidade. O que chama mais atenção é o Gran Torre Santiago, o maior prédio de Santiago. O edifício faz parte do Costanera Center e dá para ver de quase todos os pontos da cidade.

Sobre o Costanera Center: é um shopping gigantesco de 6 andares, que tem todas as lojas que você quiser  e imaginar (tirando as grifes). Vale a pena dar uma voltinha por lá. Os preços de lá não são muito diferentes do daqui (como a maioria das coisas em Santiago, na verdade). Mas o prédio é bonito e legal de conhecer.

Museo Nacional de Bellas Artes

Eu (infelizmente!!!!!!!) não tive a chance de entrar no Museu. Só tive o gostinho de ver o prédio pelo ônibus. Já eram quase seis horas e se descêssemos do ônibus, não era certeza que conseguiríamos pegar o próximo.

O MNBA funciona de terça a domingo, de 10h as 18h50. O valor da entrada é de 600 pesos chilenos, aproximadamente 3 reais. Nos domingos, a entrada é liberada ou você pode contribuir com o que achar que deve (o que eu acho fantástico).

Santiago: Restaurantes

Vale começar falando dos restaurantes? Como eles são uma das partes preferidas das minhas viagens, resolvi começar por aqui. Tudo bem que os pontos turísticos são mais importantes, mas a gente chega lá.

Comer no Chile não é barato, mas também não é caro, sabe? Se você quer comer em um bom restaurante, vai pagar o mesmo valor aqui do Brasil. Eu to comparando com os Estados Unidos ou a Argentina, onde comer não é tão caro assim. Mas para tudo existe um fast food ou umas lanchonetes charmosinhas aqui e ali (que podem até te surpreender).

Um ponto negativo das comidas do Chile: (quase) tudo tem abacate. Queria comer um sushi no restobar Open Box (não indico!!) no Pátio Bellavista, mas não rolou. Todos tinham abacate. Queria comer um sanduiche no Backstage (indico as entradas e as massas de lá), também no Pátio Bellavista, mas não tinha um sem abacate. Para mim, abacate só na guacamole.

 Agora chega de reclamar!!! Vamos aos meus favoritos (eu não sou muito fã de ficar tirando foto da comida, então vou ficar devendo):

3º lugar: Gatopardo – Rua José Victorino Lastarria N° 192

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Fomos ao Gatopardo na véspera de natal. Meu pai já tinha lido a respeito, então fomos experimentar. Inclusive, essa é uma das minhas dicas sobre restaurantes: se você tem uma indicação, coloque em primeiro lugar. Tentamos descobrir novos lugares e nos demos mal algumas vezes.

O atendimento do Gatopardo, para mim, foi o melhor desses três. Chegamos antes de o restaurante abrir, mas um garçom estava na porta terminando de arrumar o lugar. Perguntamos se já podíamos entrar e ele nos informou que só abriria em meia hora, mas fez questão de nos levar para conhecer o lugar e reservar para nós a mesa que quiséssemos.

Não sei se era algo só daquele dia, mas eles tinham uma opção de um almoço fechado. Você tinha direito a uma mesa de entradas, vinho e pisco sour (a bebida típica deles). Para o prato principal, você poderia escolher entre o pastel de choclo (também típico do Chile), uma espécie de escondidinho com milho e carne, e o um risoto de tomate seco. Os dois pratos estavam uma delícia (é, eu vivo de experimentar o prato dos meus pais).

Preço: $$$

2º lugar: Como Agua para Chocolate – Constitución 88, Barrio Bellavista

Mais uma indicação que valeu a pena conhecer. Primeiro porque eu tomei o melhor mojito de todos (mojito cocada – run de coco, leite de coco, limão, hortelã e coco ralado) e segundo porque o ceviche é incrível (que vinha com uma torradinha viciante).

Os pratos principais são variados. E o garçom foi bem honesto: meu pai pediu um peixe e o garçom foi logo dizendo que não tinham o peixe e o que colocariam no lugar tinha um gosto sem graça. Ele pediu mesmo assim e a apresentação do prato já valeu. Se quiserem um showzinho com fogo durante a refeição, esse prato é o Corvina al Fuego.

Preço: $$$$

1º lugar: Mestizo – Av. Bicentenario 4050, Vitacura.

O Mestizo tem um terraço incrível, com vista para o Parque Bicentenario (o meu preferido dos mil que existem no Chile). Não conseguimos sentar lá, mas de onde estávamos dava para ter um gostinho. Já começou a me ganhar por ai.

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O atendimento é normal, nada de extraordinário. Mas eles estão dispostos a te atenderem bem. Não existe carta de bebidas (tirando os vinhos). É estranho, não estamos acostumados. Então imprimiram uma para que pudéssemos ver tudo. Para mim, se esse tipo de coisa acontece, já fico mais satisfeita.

Enfim, a comida é sensacional. Todos os pratos que pedimos. Comi a melhor salada da minha vida, dei uma beliscada no cordeiro que meu pai pediu (que quase barrou o meu favorito) e minha mãe comeu um arroz com frutos do mar (ela ficou falando do arroz até o jantar).

Eu não indico a sobremesa (pelo menos a que pedimos – churros com nutella e doce de leite). Na realidade, eu não sou muito de comer sobremesa, mas estava tudo tão bom que eu resolvi arriscar. Não estava ruim, mas não precisava, sabe?

Meus favoritos: Limonada Rústica, Salada com camarões empanados e calamaris (não lembro o nome certinho, mas é a última do cardápio), Strogonoff de cordeiro e o Arroz Mar e Terra.

Preço: $$$$

Esses são meus três favoritos. Eu tinha escrito sobre cinco, mas ficou muito grande. Se quiser mais dica é só falar comigo que eu indico mais.

Os que eu não indico: Restobar Open Box no Pátio Bellavista (muito caro, as porções não são boas na quantidade nem na qualidade) e Sur Patagonico, na mesma rua do Gatopardo.

Primeiro destino: Chile

Vou começar com o destino mais recente. Tudo ainda está fresquinho na minha cabeça e eu supero um pouco da minha depressão pós-viagem (é, isso existe!!!).

Eu queria ir ao Chile desde sei lá quando. Era um desejo bem antigo e eu não consigo nem me lembrar do por quê. Quando escolhemos nosso destino para essas (merecidas) férias de final de 2013 fique enlouquecida. Chile!!! Esperei 22/12 ansiosamente, riscando os dias no calendário.

ImageVista de Santiago do nosso terraço

Minhas expectativas eram tão grandes que eu podia ter transformado essa viagem na pior da minha vida. Só que o que aconteceu foi exatamente o contrário. Ok, não barrou a minha viagem favorita, mas está no meu top 3, com certeza.

Fiquei no Chile por 12 dias. Na maior parte do tempo, ficamos em Santiago mesmo, mas passei por Viña del Mar, Valparaiso e Valle Nevado. Saio com a sensação de que não conheci absolutamente nada, mas isso acontece comigo toda vez, então não sei mais se devo levar em consideração (hehe).

ImageParque Bicentenario

Escolhi dividir os posts por restaurantes, passeios, acomodação e cidades. Fica mais fácil de organizar ideias, fazer listinhas de favoritos e etc. A cada semana um post novo. Espero terminar até Abril (exageraaaaaada), quando minha nova aventura começa. Essa ai é surpresa 😉

No final da semana, eu começo a dar meus pitacos. Enquanto isso vou trabalhando no post para ficar o melhor possível!